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Fundação João Pinheiro divulga análise de dados dos domicílios mineiros

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Comparativo dos anos de 2016 e 2017 foi feito a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua disponibilizada pelo IBGE

A Funda√ß√£o Jo√£o Pinheiro divulgou, nesta quarta-feira, 23, na plataforma FJP Dados, a an√°lise dos dados da situa√ß√£o dos domic√≠lios mineiros em 2017, disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic√≠lios Cont√≠nua ‚Äď Pnadc.

O estudo verificou que a condição de posse dos domicílios tanto no Brasil quanto em Minas Gerais, permaneceu relativamente estável entre 2016 e 2017. No entanto, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) houve uma forte redução no percentual de domicílios próprios já pagos e aumento principalmente na proporção de domicílios alugados, que passou de 15,2 em 2016 para 19,7 em 2017. Na capital mineira, o aumento dos domicílios alugados foi de 2,7 pontos percentuais, ao passar de 18,5% em 2016 para os atuais 21,2%. 

Em 2017, no Brasil, 85,7% dos domicílios estavam ligados à rede geral de água, 6,6% tinham como fonte de água o poço artesiano e os demais 7,7% recorriam a outras formas de abastecimento. Em Minas Gerais, 89,1% dos domicílios tinham acesso à rede geral de água, 5,3% a fontes ou nascentes, 3,1% a poços artesianos e os outros 2,4% a cisternas. No município de Belo Horizonte, a totalidade dos domicílios estava ligada à rede geral de abastecimento de água, mas na RMBH 1,6% das unidades domiciliares ainda não contavam com esse serviço.

Em 2017, no Brasil, 66% dos domicílios estavam ligados à rede geral de esgoto, 30,3% a fossas, e o restante tinha outras formas de esgotamento sanitário. Em Minas Gerais, esses percentuais foram de 82,9%, 13,0% e 3,6%, respectivamente. Na RMBH, o percentual de domicílios ligados à rede era 93,0% e 5,9% dos domicílios usavam fossa como destinação final do esgoto doméstico. Em Belo Horizonte, 99,5% estavam ligados a rede geral de esgoto.

Em 2017, os domicílios do país que tinham coleta direta do lixo representavam 82,9% do total; 7,9% eram atendidos por serviço de caçamba; 9,2% recorriam a outras formas de destinação do lixo como a queima, enterrar ou jogar em terrenos baldios. Em Minas, 87,9% dos domicílios contavam com coleta direta de lixo, 7,8% do lixo era queimado na propriedade e 3,5% era recolhido em caçamba. Na RMBH, 96,2% do lixo era recolhido diretamente, e em 2,4% dos domicílios, a coleta foi feita por caçamba. Em Belo Horizonte, 99,5% do lixo era coletado diretamente e 0,5% coletado em caçamba.

O principal combust√≠vel empregado na prepara√ß√£o dos alimentos em 2017 foi o g√°s de botij√£o, usado em 98,4% dos lares do Brasil, esse percentual foi igual para o estado de Minas Gerais. J√° na capital mineira, 99,4% empregam tal fonte de combust√≠vel. √Č percept√≠vel o grande aumento de outras fontes de combust√≠vel na prepara√ß√£o dos alimentos. Entre 2016 e 2017, o uso da energia el√©trica saltou de 32,0% para 39,2% nos domic√≠lios do Brasil. Na RMBH, o uso da energia para cozinhar passou de 25,8% para 68,5% e em Belo Horizonte, subiu de 28,4% para 74,5% dos domic√≠lios.

 

Assessoria de Comunicação | Fundação João Pinheiro

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